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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Volta às aulas 2014 - Robótica

Os alunos dos sextos anos têm aula de Robótica pela primeira vez e é sempre muito divertido perceber a ansiedade e alegria deles nesse primeiro contato. Gabriela Matos Adas, do 6°C achou divertido conhecer as peças e não vê a hora de montar vários robôs. Enrique, também do 6°C já está mobilizando a equipe para uma organização eficiente e também está cheio de ideias para montagens inovadoras.
Enrique e Gabriela do 6° Ano C

Os alunos dos 7°s anos evidenciam a diversão e o trabalho em equipe. Amanda, do 7° B afirma que as aulas de robótica são uma maneira de conhecer novas fontes de tecnologia, e aprender a trabalhar em equipe sempre respeitando a opinião dos outros. Henrique, 7° B, diz que foi muito divertido no 6° ano, principalmente nas aulas com montagem livre, quanto ao torneio ele afirma "fio muito massa ficar na torcida, esse ano estrei lá novamente!". Hotoniel, 7°B gosta de construir e fazer o mecanismo funcionar, ele pretende construir robôs engraçados esse ano.

Amanda, Herique e Hotoniel do 7° Ano B

Já os alunos dos 8°s anos esperam encarar desafios maiores. Myllena do 8° B, deseja montagens mais complexas com programações mais elaboradas, quanto ao torneio interno ela se arrepende de não ter participado quando estava no 6°ano e animada garante a participação em 2014. Ingrid, da mesma turma, deseja novas formas de usar a tecnologia e também afirma que gosta muito do desenvolvimento do trabalho em equipe proposto pela metodologia Lego Zoom.

Ingrid e Myllena do 8° Ano B

Cecília, atualmente no 9°C, teve aulas de robótica pela primeira vez no ano passado e desde então acha muito interessante. Ela afirma que tinha muita vontade de ter essas aulas e que gostou muito de participar do torneio interno. “No torneio podemos colocar em prática a união da equipe, espero que esse ano seja mais desafiador”, conclui Cecília. Victória Mirella, do 9°C, se sente feliz por fazer parte da turma que está finalizando o ciclo de implantação do projeto de robótica e ressalta a importância do trabalho em equipe, ela afirma “estou feliz por fazer parte da turma de pioneiros da Robótica no Colégio Módulo. Hoje consigo executar montagens que antes achava muito difícil.”

Cecília e Victória Mirella do 9°C
João Victor do 6°B está ansioso para ter aulas de Robótica principalmente por não ter tido brinquedos Lego antes, “é uma aula nova e espero me divertir muito, espero também que isso contribua para minha vida profissional” afirma João Victor. Joyce, da mesma turma quer muito se divertir, gostou da primeira aula e acredita que vai gostar muito principalmente das montagens.

Joyce 6° Ano B

João Victor Feitosa 6° ano B

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Aprender Robótica é essencial!

10 motivos para aprender ROBÓTICA!







“Quando você vai ao shopping e a porta de entrada se movimenta sozinha permitindo sua passagem, saiba que essa comodidade só é possível graças ao uso da robótica. O elevador parou no andar desejado e abriu para você sair? Outro exemplo de robótica que – está certo quem já fez a lição! -, se faz presente cada vez mais no mundo moderno, repleto de peças e sensores controlados por computador. Entenda, portanto, robótica como a integração das partes de uma máquina de modo a colocá-la em funcionamento com uma função pré-estabelecida. “É um conhecimento típico dos dias de hoje”, afirma Helena Stefano, coordenadora dos cursos extracurriculares do colégio Oswald de Andrade, em São Paulo. “Se quiser erguer a parede de uma casa, por exemplo, construo a máquina que vai me ajudar a dar conta dessa tarefa – uso a robótica, em suma”.

São muitos os campeonatos de robótica hoje disputados no País, atraindo competidores de diferentes idades – o fascínio é enorme, inclusive entre adultos. No Oswald, o curso extracurricular de Robótica acolhe alunos a partir de 5 a 6 anos que freqüentam aulas de três níveis de dificuldade: Básico, Robótica 1 e Robótica 2. “É preciso que a criança seja capaz de um mínimo de concentração”, adianta Helena. “Mas, se apresentar dificuldade de se concentrar, vai desenvolver essa capacidade ao longo do curso.”
Eis aí uma das razões que justificam o aprendizado de Robótica por seu filho. Outras há com o mesmo objetivo: aprimorar o desenvolvimento de quem tem pouca idade e deseja tudo saber. Com a ajuda da coordenadora Helena Stefano, selecionamos um total de 10 motivos para aprender Robótica. Saiba mais a seguir.
1. Demonstração prática de conceitos científicos
Vários conteúdos apresentados em sala de aula podem ser detalhados no curso de Robótica. Se o aluno estiver aprendendo, por exemplo, noções de força, movimento e aceleração, poderá ver o que isso realmente significa, como isso se resolve – para uma estrutura ganhar estabilidade, por exemplo, o que é necessário fazer, como se chega à solução e por aí vai. Na aula de Robótica, a criança manuseia, constrói, vê o que dá errado e o que dá certo, por que é preciso tanto parafuso para colocar nesta ou naquela peça etc. A prática esmiuçando a teoria.
2. Desenvolvimento das habilidades mentais
Na aula de Robótica, o aluno terá de usar o raciocínio lógico, o pensamento, a atenção, o poder de concentração e a observação na medida em que lhe é exigido uma atitude a respeito do que está em construção. Que peças deverá usar, quais movimentos será obrigado a fazer para chegar a um objetivo etc. – tudo é motivo de reflexão e tomada de decisão para cumprir a meta estabelecida entre alunos e professor, qual seja, construir.
3. Desafio de criar – e de ser flexível
Em Robótica, o aluno é desafiado a todo instante a criar. Ele terá de encontrar soluções para os problemas que surgem incessantemente durante a aula, desde aqueles de ordem prática – que tipo de parafuso é preciso usar para prender um determinado material – aos mais complexos, caso da estrutura adequada para suportar o balanço de uma gangorra, por exemplo. O estímulo à criação faz com que a criança aprenda, na prática, a se virar, encontrando novas funções para objetos comuns, tradicionais. Avaliações rígidas cedem lugar à atitude flexível, algo cada vez mais exigido na vida em sociedade. Porque quem tem jogo de cintura sobrevive melhor no mundo de hoje.
4. Aprimoramento da coordenação motora manual
O aluno de Robótica trabalha as mãos e os olhos o tempo inteiro. São dezenas de peças separadas por tamanho, cor e função – para chegar a essa classificação, ele tem de desenvolver um método de organização, cada material armazenado em um local específico etc. Até o mais desastrado aluno é obrigado a aprender, nesse tipo de atividade, a organizar de modo a ser capaz de realizar suas tarefas. Robótica, assim, ajuda no desenvolvimento da coordenação motora necessária até mesmo para segurar o lápis em fase de alfabetização. Ou seja: aprimora o rendimento escolar- algo fundamental para a evolução do indivíduo,
5. Incentivo às capacidades de projetar e planejar
Antes de realizar um projeto, é preciso definir o que se pretende alcançar, fazer uma seleção do material necessário e pensar nas condições para a sua realização, levando em conta o tempo, o espaço e os recursos disponíveis. A aula de Robótica tem essa característica, a de desenvolver o sentido de realidade, das suas possibilidades e dos seus limites. Ela obriga a pensar antes de se deixar levar por uma fantasia, um desejo. O professor sempre atua como mediador, ele legitima a possibilidade e dá condição para a criança refletir sobre a viabilidade ou não do projeto que tem em mente.
6. Interesse pela imaginação
Na aula de Robótica, os projetos podem ser criados a partir das ideias e histórias dos alunos. Vamos imaginar que a criança montou algo parecido com um cachorro, o que fez outra construir uma espécie de elefante. Foi o suficiente para o grupo demonstrar interesse de criar um zoológico – que poderá ser executado sob a orientação do professor. A inventividade é assim estimulada de modo a testar se o que existe e tem graça no mundo do imaginário pode se tornar real – ou não.
7. Aprendizagem de trabalhar em equipe
Para realizar uma tarefa de Robótica, cada aluno é incentivado a trocar experiências-projetos são quase sempre realizados em pequenos grupos, fortalecendo as relações interpessoais, o respeito ao trabalho e às ideias do outro e às atitudes de cooperação e de generosidade mútua. Nem sempre é cor de rosa o mundo contido na aula de Robótica – trata-se de um aprendizado, onde acontece a competição, a rivalidade, mesmo entre os de pouca idade. Entretanto, as crianças são estimulas a construir em grupo, desenvolvendo a percepção sobre a função do colega, de como ele pode ensinar algo importante para a realização de uma tarefa. Afinal, em equipe, todos têm possibilidades diferentes, mas todos podem sobressair.
8. Entendimento dos próprios limites
Muitas vezes o projeto de Robótica foi idealizado de um modo que não funciona – e o orientador deve estar ao lado para dar apoio ante o erro. O aluno aprende desde cedo a lidar com os próprios limites, a conviver com a frustração – ele logo entende que continua a ser aceito e amado, mesmo se o que chegou a propor não funciona – afinal, o importante é participar e lutar para aprender. Ao transmitir confiança em si mesmo, o professor ajuda o aluno a lidar com os desafios inerentes ao processo de aprendizagem e convívio social.
9. O valor da paciência e da disciplina
O projeto de Robótica é normalmente pensado em fases que exigem tarefas resolvidas uma depois da outra – em conseqüência, o resultado demora em ser obtido, nunca acontece de imediato. É um projeto que começa simples, mas pode se tornar complexo à medida que novas aprendizagens são incorporadas. Faz-se necessário ter disciplina e paciência para controlar a ansiedade e esperar a passagem do tempo – o tempo certo para alcançar a evolução. Há fases realmente chatas que colocam à prova a capacidade de perseverar durante a aula – e que precisam ser vivenciadas por quem deseja realmente aprender.
10. Desenvolvimento da meta-cognição
No curso de Robótica, o aluno ganha a percepção do próprio processo de aprendizagem (meta-cognição). Bem orientado, ele consegue perceber quais são os grandes desafios, assim como os caminhos e os recursos que têm à disposição para ter êxito nas tarefas. Ele aprende a se perguntar por que não deu certo o que tentou fazer – e a encontrar resposta para cada um dos seus erros. Ele se habitua a pensar sobre o próprio desempenho – e a vibrar com o que se mostra capaz de conquistar.”

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Centro de gravidade - experimentos dos 8°s Anos

Os alunos do 8°B estão dando um show de criatividade, Iracema montou um móbile usando palitos, cordão, cartolina e emborrachado. “Foi difícil encontrar o centro de gravidade, mas com a ajuda da minha mãe consegui montar o móbile”, afirma Iracema. 





Já André Luiz, também do 8°B, esbanjou criatividade e bom humor na produção de um vídeo muito divertido onde mostra o passo a passo da experiência dele. “Minha mãe ajudou na gravação, depois preparei um roteiro e selecionei a trilha sonora, coloquei até o nome do meu cachorro nos créditos”, afirma André Luiz. Ele pesquisou na Internet outras experiências e usou clipes como contrapeso.






Felipe do 8°A seguiu os passos sugeridos para a experiência sobre o centro de gravidade e com ajuda da sua mãe Eulina Oliveira, preparou um vídeo super bacana. Ele afirma que "foi legal ter a ajuda da minha mãe, ...foram muitas tentativas, mas no final deu certo".



Isac, também do 8°, usou garfo, colher, algodão, fósforo e álcool.  Ele afirma que "foi importante  a ajuda da minha mãe, ela demostrou a experiência e somente depois eu fiz, ante disso errou muitas vezes". Isac e Karla estão de parabéns pelo envolvimento nesse aprendizado prático.



Victória Mirella, do 8°C, usou conceitos de Desenho Geométrico para encontrar o centro da figura. ela afirma que "foi interessante descobrir que os objetos têm um ponto de equilíbrio.




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Preparativos para o Torneio Interno 2013

Na semana que antecede o Torneio Interno de Robótica evidenciaremos a importância do trabalho em equipe e a organização. 

Hora de organizar os kits para o grande momento de confraternização.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Benefícios da Boa Respiração - Pulmão 8° ano 2013

Você sabia que uma respiração lenta e profunda, pode gerar alterações significativas em seu corpo?

Você sabia que os músculos que participam da respiração podem ser treinados, exercitados como fazemos com outros músculos, a exemplo dos braços e das pernas quando estamos na academia utilizando pesos para fortalecê-los?

A lógica é simples: exercícios respiratórios ajudam a manter a integridade pulmonar, melhorando a performance respiratória. Da mesma forma que o treinamento dos músculos respiratórios promove força e resistência desses músculos.






segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Medindo distâncias com o Hodômetro - 6° Ano

Hodômetro

é um equipamento destinado a medir a distância percorrida por um veículo. Normalmente ele é indicado no visor com a palavra "ODO" para distância total e "DST" para distâncias parciais.
O velocímetro trabalha em conjunto com o odômetro, pois o cálculo é feito entre a distância percorrida e o tempo em questão, gerando a velocidade atual. Hoje em dia, a função do hodômetro pode ser realizada também através doGPS.






Unidades de Medidas

Para melhor conhecer as grandezas que interferem num fenômeno, a Física recorre a medidas.Unidade de medida é uma quantidade específica de determinada grandeza física e que serve de padrão para eventuais comparações, e que serve de padrão para outras medidas.
Sistema internacional de unidades (SI): Por longo tempo, cada região, país teve um sistema de medidas diferente, criando muitos problemas para o comércio devido à falta de padronização de tais medidas. Para resolver o problema foi criado o Sistema Métrico Decimal que adotou inicialmente adotou três unidades básicas: metro, litro e quilograma.
Entretanto, o desenvolvimento tecnológico e científico exigiu um sistema padrão de unidades que tivesse maior precisão nas medidas. Foi então que em 1960, foi criado o Sistema Internacional de unidades(SI). Hoje, o SI é o sistema de medidas mais utilizado em todo o mundo.
Existem sete unidades básicas do SI que estão na tabela abaixo:



GrandezaUnidadeSímbolo
Comprimentometrom
Massaquilogramaq
Temposegundos
Corrente ElétricaAmpèreA
TemperaturakelvinK
Quantidade de matériamolmol
Intensidade luminosacandelacd


Desafio:
O objetivo desse desafio é encontrar a medida em centímetro ou metros, dos caminhos expostos na mesa oficial de competição. Primeiro, use a régua na mesa de competição como parâmetro para definir as grandezas em seu hodômetro. Depois, efetue a medida dos caminhos e anote no questionário abaixo.

Voar, voar... Manche - 7° Ano 2013

O Manche é um controle apropriado para pilotar aviões, embarcações e outros dirigíveis. Mais precisamente, é conhecido como alavanca de comando.

O sonho de liberdade

Ícaro era filho de Dédalo e de uma escrava de Perséfone, Náucrete, por parte de seu pai Dédalo descende do próprio Zeus, uma vez que Dédalo era filho de Alcipe, que era filha de Ares, que por sua vez era filho de Zeus e Hera. Dédalo, exilado por ter matado seu sobrinho Talo, refugiou-se em Tebas, junto ao rei Minos. Após o nascimento do Minotauro, fruto dos amores entre Pasífae (mulher de Minos) e um touro divino (V. Minos), construiu o labirinto, no qual encerrou o monstro. Tempos depois, o minotauro foi morto por Teseu (V. Teseu e V. Minotauro). Após a morte do Minotauro, Dédalo foi preso, juntamente com seu filho, no labirinto. Então construiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e penas de gaivota. Dessa forma conseguiu fugir. Antes, porém, alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para que esse não pudesse derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, pois esse poderia deixar as asas mais pesadas. No entanto Ícaro não ouviu os conselhos do pai e tomado pelo desejo de voar próximo ao sol, acabou despencando e caindo no mar Egeu, enquanto seu pai, aos prantos, voava para a costa. Ao chegar à Sicília, foi acolhido na casa do Rei Cocálo.



sábado, 10 de agosto de 2013

Sucesso na Oficina de Robótica com os Pais

Mais um passo dado repleto de aprendizagem e aprimoramento. Essa foi a terceira edição da Oficina de Robótica com os pais dos alunos do Colégio Módulo. Um grande momento de revitalização, interação e aproximação com os pais e os futuros alunos do projeto de Robótica. Confiram as fotos.

Danielle Souza, grande parceira profissional.
Sérgio Dantas (Diretor) com pais e alunos.


  
  
  
  
  
  
  



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Oficina de Robótica - Dia dos Pais 2013

Em comemoração ao Dia dos Pais estamos promovendo mais uma oficina. Um momento especial de interação e vivência entre a escola, pais e alunos. Esperamos que seja um encontro proveitoso e divertido.  Feliz Dia dos Pais!







segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Cadeira Robótica - 6° Ano

Acessibilidade

Acessibilidade significa permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, além de permitir o uso destes por todas as parcelas da população.
Estamos falando de veículos públicos com acesso a deficientes, televisões com legenda para pessoas com problemas auditivos, entre outros. Na Internet, o termo acessibilidade refere-se também a recomendações do W3C, que visam permitir que todos possam ter acesso aos sítios, independente de possuírem alguma deficiência ou não.

Fototropismo - 7° Ano

As plantas não se locomovem, mas, no entanto, são capazes de se movimentar. Os tropismos podem ser utilizados como exemplo para esta afirmação. Eles consistem em movimentos vegetais orientados por um estímulo, ocorrendo devido ao alongamento celular em determinadas regiões em detrimento de outras, devido à migração de um hormônio vegetal, chamado auxina, para as regiões pouco iluminadas.

Fonte: http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/fototropismo.htm


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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Linhas Harmônicas - 7º ano


Você já ouviu a palavra harmonógrafo? É um aparelho que representa linhas harmônicas a partir de vibrações ou movimentos semelhantes ao de um pêndulo. Vocês construirão um harmonógrafo, executando conforme o fascículo. Mãos à obra!

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